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Amigo, ao visitares este “site” perguntaste: “Quem sois vós?” Agora que já nos conheces um pouco, e mais nos conhecerás na medida em que nos acompanhares, como amigo te sugerimos: entra neste barco, pergunta, dialoga e fica connosco, e também dirás como João Baptista: “Vi o Espírito Santo a descer do Céu como uma pomba e a permanecer sobre Ele”. Jesus, como a nós, também a ti quer dar uma Vida Nova, pela graça da “Efusão/Baptismo no Espírito Santo”.

Pe José da Lapa

 

 

Resumo da Biografia do Beato Padre Daniel Brottier

 

 

Daniel Brottier era natural da França. Nasceu no dia 7 de setembro de 1876.

 

Ingressou na Congregação do Espírito Santo (Padres Espiritanos) e por sete anos foi

missionário no Senegal (Äfrica). Na Primeira Guerra Mundial, alistou-se voluntariamente como capelão militar nas linhas de frente.

Por quatros anos, assistiu os moribundos, cuidou dos feridos, deu assistência espiritual a seus compatriotas.

 

No fim da Guerra foi condecorado com a Cruz da Guerra e com a Legião de Honra.

Em 1923, tornou-se diretor da Casa dos Órfãos Aprendizes de Auteuil, que chegou a

abrigar cerca de mil e quatrocentos jovens abandonados e carentes.

 

Fundou também a União Nacional dos Antigos Combatentes, com cerca de dois milhões de associados.

Sua fé, sua oração, sua grande capacidade inventiva e de organização fizeram dele

um apóstolo e homem de empresa, empreendedor e contemplativo. Daniel Brottier

foi um homem de nosso tempo.

 

Morreu no dia 28 de fevereiro de 1936.

Foi beatificado pelo Papa João Paulo II, em 25 de Novembro de 1984, em Roma.

 

 

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MAIO, MÊS DE MARIA, MÊS DO AMOR

Ele sabia que fracos como somos, precisaríamos sempre de uma poderosa intercessão junto dEle e também, que seria preciso alguém como nós, para nos chamar ao caminho e avisar permanentemente das nossas fraquezas

MARIA NO RENOVOVAMENTO CARISMÁTICO

O importante é que Maria é o protótipo da Igreja, e mais especialmente o modelo na sua relação com o Espírito e do impulso carismático de toda a vida eclesial, posta em evidência pela teologia pós-conciliar.

MARIA É FELIZ PORQUE ACREDITOU

A Mãe, por conseguinte, lembrada de tudo o que lhe havia sido dito acerca deste seu Filho, na Anunciação e nos acontecimentos sucessivos, é portadora em si mesma da «novidade» radical da fé: o inicio da Nova Aliança